quarta-feira, 20 de abril de 2011

“Espelho”

O que vejo, não sou eu, apenas
A maldade de um tempo que
Marcou o meu rosto que aqui
Aparece de uma forma diferente

De quando eu era moço e faziam
Planos para um futuro o qual eu
Não imaginava os efeitos que
A mim casariam. O que vejo, são

Sinais e marcas profundas num
Rosto de semblante sereno e de
Tal forma conformado com os
Efeitos dos tempos em que eu

Vivi, apenas reflexos que me
Trazem a certeza de que a vida
Valeu a pena, mesmo que as
Vezes julgamos o tempo culpado
Por tais mutações.

Joel Costadelli.

5 comentários:

  1. O tempo meu lindo e o senhor da razão...Ele cura as feridas,atenua a saudade,nos da conhecimento.E é ainda o melhor remédio.Um beijo"

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  2. Oi!
    Sua linda poesia está aqui:
    http://www.jornaldacidadeonline.com.br/leitura_artigo.aspx?art=3248

    "Jornal da Cidade Online!"

    Obrigada pela visita e lindo comentário.
    Feliz Semana!Beijos!

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  3. O tempo nos marca a cada dia, muito bom seu poema.Parabéns.

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  4. eliane denise panosso14 de novembro de 2011 22:49

    O Bom seria voltar no tempo.Com certeza muitas coisas seriam diferentes.Mas tudo é aprendizagem.

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Agradeço por iluminar este espaço como um Dia de Verão!