sábado, 5 de maio de 2012

“Meu intimo”


"Soneto"

Ai de mim! Que agora

Padeço em agruras que

Fazem-me desmanchar

Em lagrimas!  Meu eu,


 

Não suporta a tormenta

Que parece não ter fim.

Descompassa meu coração

Em ritmos acelerados, que


 

Parece não ter fim. Não,

Não tenho eu nenhum jeito

De parar o tormento que

Aflige-me, vem da alma,


 

Que parece pássaro ferido,

Que não pode voar preso

Num galho de arvore sem

Folhas, a que possa refugiar-se!


 

5 comentários:

  1. A tormenta passará assim como as feridas certamente serão curadas.

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  2. A poesia é o desabafo da alma do eu-lírico, adoro ler seus versos! Beijos...

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  3. Vim matar a saudade do meu amigo...Sem palavras maravilhoso estou encantada com tantass coisas lindas!Beijos

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  4. Toda tormenta tem hora certa pra acabar...Lindos soneto meu amigo Joel.Beijos na alma!!!

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Agradeço por iluminar este espaço como um Dia de Verão!