segunda-feira, 10 de outubro de 2011

“Testamento”

Aceita o que te deixo,
É quase nada eu sei!
Mas são palavras de
Doce som é muito

As linhas cheias de
Palavras que te pode
Confortar quando por
Acaso, sentir saudades

Minhas, se te lembras;
Lembras também das
Flores que te dei, das
Muitas vezes que eu

Chorei, eu, há sim, eu
Lembro-me das muitas
Vezes que me acolheu,
Por isso te deixo um

Pouco deste eu, meu
Testamento, quase nada,
Eu sei, mas muito, pois
Fará-te lembrar, de nos!

2 comentários:

  1. eliane denise panosso11 de novembro de 2011 18:10

    Este testamento é muito valioso.Vale mais um amor declarado verdadeiro que riquezas materiais que se deterioram com o tempo.

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Agradeço por iluminar este espaço como um Dia de Verão!