sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

“Garrafinha de Água!”

Em uma tarde estava eu num evento na avenida paulista, no céu havia nuvens escuras carregadas de água, o evento já estava no fim, as pessoas caminhavam apressadas em direção as estações do metro, eu estava com muita sede, era tanta que minha saliva parecia gelo seco, entrei em um bar para comprar uma garrafinha de água ao procurar dinheiro na carteira vi que não tinha meu Deus, fui furtado, procurei nos bolsos, nada de ter dinheiro, agora eu to perdido, sou tímido, não tenho coragem de pedir, o que irão pensar de mim? Que sou um desocupado, um vagabundo qualquer, odeio que pensem coisas ruins a meu respeito, sai do bar meio desolado, sem saber o que fazer, quando derrepente avistei uma garrafinha de água entre o meio-fio e o asfalto, as pessoas quase pisavam em cima dela, outras se desviavam, opa, agora mato a minha sede, pensei; ao me aproximar da desejada garrafa, veio um sujeito fortão vestido te terno e gravata e tropeçou nela, ai raiva; novamente tentei pega-la, me deu um momento do acanhamento, caramba, vão pensar que pego coisa no lixo para beber, eu fiquei entre a duvida de pegar e a vergonha, naquele momento eu me preocupava muito com o que os outros iriam pensar de mim, sem eu perceber, vinha de longe um sujeito puxando uma carrocinha com material reciclado, ele vinha procurando objetos que pudesse reciclar nos sacos a beira rua, e vinha do mesmo lado que eu estava, a minha cabeça doía, eu desejava muito pegar a água, mas a timidez não deixava, já estava conformado em caminhar mais de quarenta quilômetros a pé, mas a água naquele momento era meu objeto de primeira necessidade, o carroceiro aproximou-se da garrafinha, sem pestanejar, abaixou, pegou, passou a mão suja na tampinha, abriu e entornou de uma vez só no gargalo, em seguida, jogou o meu objeto de desejo dentro da carrocinha para reciclar, caramba, agora aonde vou encontrar outra?  Neste momento eu senti uma sensação de lembrança retardada, sabe quando a gente se lembra de algo do nada? Isso aconteceu; peguei uma agendinha de bolso que um amigo me deu para entregar a sua mãe, abri, não acreditei, uma nota de vinte reais novinha pronta para ser trocada, me deu uma injeção de animo, agora vou comprar uma garrafinha de água só para mim, pagar minha passagem e ficar tranqüilo, neste momento o céu se descortina em água, as pessoas começam a correr para fugir da chuva, outras entram na estação do metro, eu também acelerei meus passos, já quase correndo, entrei no hol da estação, comprei uma garrafa de água, abri com tanto gosto que num gole ingeri a metade do desejado liquido cristalino, quando senti um puxãozinho do meu lado direito, olhei, era um menino de uns dez, ou onze anos, ele me pedia a água, moço, moço, me da esta água pra mim; eu nem acreditei, para não ser malvado, disse a ele, eu já bebi a metade, ele me olhou com aquele jeito carente, não tem problema, só quero matar a minha sede, dei a água para o garoto, o trem já vinha chegando, entrei, sentei e fui em direção a estação Corinthians Itaquera zona leste.

Esta historia é mera imaginação do autor, moral da historia; nunca devemos deixar a duvida atrapalhar o nosso progresso, caso tenhamos duvidas, devemos antes de prosseguir, avaliar todas as possibilidades para avançar, mas nunca desistir. Sejamos água, mas se preciso for, sejamos pedra, beijo a todos com carinho fraterno.


Recanto das Letras – WWW.recantodasletras.com.br/autores/leoj
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

“Caminhos”


                                                                                                                                    
Não existem caminhos impossíveis, o que existe è a falta de Fé e perseverança para superar as dificuldades
Joel Costadelli




segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Eu me lembro do meu irmão ainda menino,
Olhando uma foto antiga, vi eu e meu irmão
 Inda meninos, deu uma saudade! Na foto
De Calça e camiseta, sou eu com 19 anos, o menino
De preto é meu saudoso irmão, eu resolvi
Dividir com vocês minha saudade.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

“Soneto á quem se entrega”

Pela manhã ando como
Quem ainda adormece,
Ao meio dia ando como
Quem tem fome, à tarde

Distraio-me com pássaros
Nos galhos, se te abraço,
Isto faz como quem ama
A moça dos meus sonhos!

À noite já não tenho sono,
De madrugada me desmonto,
Caio na cama, e me afogo
Em teus beijos, como quem
Não sabe nadar.

“Testamento”

Aceita o que te deixo,
É quase nada eu sei!
Mas são palavras de
Doce som é muito

As linhas cheias de
Palavras que te pode
Confortar quando por
Acaso, sentir saudades

Minhas, se te lembras;
Lembras também das
Flores que te dei, das
Muitas vezes que eu

Chorei, eu, há sim, eu
Lembro-me das muitas
Vezes que me acolheu,
Por isso te deixo um

Pouco deste eu, meu
Testamento, quase nada,
Eu sei, mas muito, pois
Fará-te lembrar, de nos!

“Num milhão de rostos”


No meio de tantos rostos esta o Meu, num milhão de rostos não Consegui ver um se quer, não pode Eu perceber uma expressão, um

Olhar que me fitasse um sorriso Que me acalentasse, um beijo que Me tocasse num milhão de rostos Eu consegui me esconder de tantos

Outros rostos, nesta selva de pedras Tornam-se insensata a face que se Expõe, pois se faz a perceber por Gritos, inquietude que quebra o Silencio de

Tantas outras faces silenciosas ao Desfilarem por ruas que parecem as Conduzirem a um só lugar. Engano Meu!  Cada face tem seu destino, Eu... tenho o meu.

“No Teu Intimo Silencio”

Chora em silencio, no intimo
Escondes a dor desta causa
Que sem controle insiste em
Apertar-lhe o peito!

A nobre dor que por mais a
Torture, mostra lhe um caminho
Que a ensina as duras penas
A beleza do amor!

A tua alegria revela e é pura,
Bem vinda do teu intimo. Lá
De dentro a paz que agora é
Toda tua. A sombra que outrora

Assombra-lhe, agora é tua fiel
Companheira, finda em ti a
Tristeza que humildemente á
Aceita por causa do destino

Traçado no dia em que a ti deste
A luz, tua amada e sempre mãezinha.



Feito passarinho preso


Você veio e eu me apaixonei,
O meu coração agora é teu,
Estou nas tuas mãos,
Sinto o tempo passar bem

Devagar, coração
Preso na gaiola feito passarinho
Sem ter destino.
Esqueço de tudo, só lembro

De você, que me
Segue com olhar apaixonado,
Vou do teu lado,
Meu coração agora tem dono.

E você que eu quero para
Ser o meu amor.
 Feito passarinho preso,
Sou eu em tuas mãos, me beija me abraça,
Aquece-me, sol da manhã, meu amor.

Joel Costadelli.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

“Primário”


A mão inda tremula,
Desliza sobre o papel
Branco sobre a mesa

Da sala de aula, o poema
Reclama, o tema é, dor,
O que dói?  Coração!

É de paixão, não treme
Só a mão, também o
Chão. Bate em
Descompasso o coração

“Desapego”

O coração já não reclama,
Vejo o aveludado da areia
Sem causar encanto, nenhum
Bem espero. A cor pálida da

Minha pele branca, já desfalece.
Há de ser que o sol da primavera
Aqueça-me, a de ser que a brisa
Matutina esvoaça-me o cabelo,

Que entre areia em meus olhos
Cansados, sei não, o fecho para
Não ver a aurora, nem me apego a
Dor de outrora, ou felicidade
Fantasiosa!


terça-feira, 16 de agosto de 2011

“Ruazinha empoeirada”

Aprendi um novo caminho,
Eu sempre pensei, porque
Não andar naquela ruazinha?
É de terra e tem poeira, mas

Tem um jardim a sua margem!
O dia estava ensolarado, os
Meus pés doíam, não pensei,
Fui em frente. Vi que também

Havia ali uma casinha branca,
Na janela uma menina com uma
Flor no cabelo, seus lábios parecia
Uma maça. Apaixonei-me, hoje;
Moro naquela rua, la na casinha.

Lagrima”

A lagrima que vi, perdeu-se
A caminho da boca, que por
Sua vez prova o gosto amargo
Da despedida que se fez no duro

Momento da vida! Á de teu um
Acalento, uma brisa suave que
Vem levar para longe a agrura
Que me atormenta a alma, á de

Ser que um novo amor vem a
Adoçar meus lábios com o mel
Dos beijos teus, e tirar destes meus
Olhos o triste rio de lagrimas que
Outrora amargou os lábios meus.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

“Já te despedes de mim.”

Já te despedes de mim sem dor,
Como quem já cansou de sofrer
Por amor, basta o ar que respiro
Com ardor num suspiro, por falta

Do teu amor!  Deixa me envolver
O teu sorriso, já que os laços de
Seus abraços não me abraçam,
Beija-me com os beijos dos teus

Lábios embebidos em mel, sou eu
Um elo rompido da corrente de
Tanta dor, sou historia mal-dita
Que alguém não ousou contar,

Sou vento que não tocou o teu
Olhar, lenço deixado no chão por
Ti que despedes de mim sem dor,
Como quem cansou de sofrer por
Falta de um amor.



terça-feira, 12 de julho de 2011

Agradecimento.

A Camila Lima é a responsável pela configuração do meu Blog, devo a ela muito por sua gentileza e bom gosto, somos amigos de profissão, e irmãos por devoção, posso dizer que a amo de coração, um amor de irmão mais velho, obrigado por teu carinho Camila.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cúpido Atrevido

Image by Google

Você é uma figura gravada
Em meu coração, e nem fui
Eu quem gravou; foi um cupido,
Eu estava distraído e vi que

Um clarão me invadia a alma,
Era a porta do meu coração que
Abria-se para receber a luz do
Teu amor que impetuosamente

Invadia meu ser dilacerando
A minha entranha para fazer
Morada, espero que não fique
Só uma estação, mas por toda
A minha vida.

Aléxia


Esperei-te com paciência
E amor, às vezes ansiosa,
Mas era por querer-te com
A força do amor que sentia

Preencher o intimo do meu
Coração há! Como te amei,
Como te desejei, e em tua
Chegada, senti como se eu

Fosse desfalecer de tanto
Amor, ao abrir dos teus olhos,
Vi que brilhava feita a estrela
Que brilha anunciando um

Uma nova vida, um novo
Caminho, o do nosso amor,
Pois para sempre hei de te
Amar minha amada filha.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

“A Escada”

Eu tinha um sonho, e em meu
Sonho eu queria chegar bem
Alto, eu queria tocar as nuvens,
Num certo dia eu vi um Homem

Que construía uma escada, eu
Aproximei-me e perguntei, por
Que você constrói escadas? Ele
Respondeu-me seguro de si; eu

Vou subir bem alto, vou concertar
O telhado da casa, olhei para cima
E vi, o Telhado esta alto, parecia o
Meu sonho, e logo acordei, para

Chegar às nuvens, eu iria precisar
De muita madeira, talvez fosse
Melhor construir asas e voar feito
Pássaros, eles chegam mais alto.

“Doce Momento”


Somente a lua tem
A grandeza para
Presenciar um doce
Momento de amor
E guardar como um
Segredo, cultivando
O mais nobre desejo!

“Sol de Setembro”

Quando entrar Setembro,
O sol banhara as janelas
Em todas as manhas, sei
Que voltaras, a vida terá

Mais cor, tem você a me
Fitar, as agruras irão me
Deixar, em torno aos rios
Vou dedilhar as flores, há!

Sol de Setembro, aquece
Este meu coração, me traz
De volta a alegria dos dias
Em que me fartei de amores.

“Um Café”

Só um café, entra e me acompanha,
Fala um pouco de você, tens andado
Tão calada, não tenho mais te visto
Sorrir, vem querida, ilumina este

Nosso ambiente, o café esta quente,
Assim aquece os nossos corações,
Vem ficar comigo, o instante pede
O aconchego de nosso braços, inda

Que choremos depois, agora só me
Resta te ver sorrir, quem sabe um
Beijo, um afago, depois do café!
Agora me basta você, quem sabe sorrir.



terça-feira, 31 de maio de 2011

“Jura de Amor”

A tua mão fina em meu rosto
Liso escorre, enquanto eu sem
Querer bebia a brisa fria, o beijo
Dos teus lábios, num acoite me

Atingia, eu, naquele instante,
Desfalecia em plena tarde fria!
Sinto que desabrocha meu pobre
Coração de moço, feito as flores

Da primavera, inda em tenra idade,
Embriago-me na suave fragrância.
Torno-me singelo em pura adolescência,
Há meu doce amor; não sabes tu

Que desfaleço de amor?  Apego-me
Em tua cintura, e de novo encontro
O rumo ate quando eu padeço? O
Amor que me toma, dar-te hei ao

Tempo de hoje, que seja de paz o
Nosso futuro, que seja eterno o
Nosso amor.


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sexta-feira, 27 de maio de 2011

“Retrato”


Vê no retrato o
Homem que
Chora? Na verdade,
Ele quer sorrir!

“Só por Amor”

Não consigo evitar os teus
Encantos, inda que em meu
Desgosto, haja reluta por não
Entregar a ti o meu coração!

Os meus olhos nos teus, morrem
Sem ter o oportuno caminho
A que possa regressar, em
Meio a tanto tremor, vibra

A carne do meu corpo em tua
Presença, tão forte e poderoso
Este meu amor, desalinham minhas
Veias e maltrata meu Coração.


quarta-feira, 18 de maio de 2011

“Sol”

Há!   O raio de sol que escorre
Por entre as roxas, lento Vai-se
Ao solo a secar com calor voraz
As gotas de orvalho da relva!

Anuncia as próximas horas do
Dia que nasce, contigo vem o
Canto em suave melodia os
Açoite do vento matutino, há

Quão belo os terreiros cheios
De meninos, que inocentes se
Vão a soltar as bolas de sabão,
As borboletas que revoam os

Campos florais, há o raio de
Sol, a vida proveniente de ti
Tem mais cor, mais brilho e
A quem sabe viver mais amor!

Joel Costadelli

quarta-feira, 4 de maio de 2011

“Desalento”

Num profundo suspiro, a paz
Que agora me foge, uma dor
Que adentra em minha alma,
Sem ser desejada, crava amargura

Nas Lacunas da minha entranha
Frágil por sentir a ausência de um
Amor que sem causa partiu.
Há! Como dói, não tem eu

Controle dos dias, pois se os
Tivessem, atenuariam as.
Horas, para que me fossem.
De alento o efeito dos tempos.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

“Espelho”

O que vejo, não sou eu, apenas
A maldade de um tempo que
Marcou o meu rosto que aqui
Aparece de uma forma diferente

De quando eu era moço e faziam
Planos para um futuro o qual eu
Não imaginava os efeitos que
A mim casariam. O que vejo, são

Sinais e marcas profundas num
Rosto de semblante sereno e de
Tal forma conformado com os
Efeitos dos tempos em que eu

Vivi, apenas reflexos que me
Trazem a certeza de que a vida
Valeu a pena, mesmo que as
Vezes julgamos o tempo culpado
Por tais mutações.

Joel Costadelli.

“O Poeta”

Sou poeta, sou quem liberta as
Palavras ao vento, sou a melodia
Dos apaixonados, sou acalento
Dos aflitos, a seta que indica a

Paz!  Sou o arrebento das Ondas
Marítimas, sou águia faminta em
Pleno vôo, a cura das feridas, a
Marca do tempo, cicatriz!

Água que mata a sede, sou fogo
Que queima a folha, espada que
Rompe a corrente, sou poeta,
Sou chave da prisão que te cerca!

O abraço que te envolve, sou poeta,
Não escrevo belas frases, curo as
Almas aflitas, a voz do vento a quem
Reclama o amor.

Joel Costadelli.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Mãe e Filha


Há tempos não te abraço, mas
Isso me falta, o beijo em tua face
Falta-me, isso me custa, custa o
Tempo que passa, e que não volta!

Sinto que a hora é agora, sinto tua
Falta, amor de mãe que ama a filha,
Peço-te perdão, por tal sequidão,
Não sou assim, o meu coração te

Reclama o abraço que me falta,
O beijo que não selou a tua face,
Esta aqui tácita, mas pronto em
Acalentar-te, pois te amo, filha minha.

Joel Costadelli.

Dedico esta poesia a Fabiana e a Ewelyn.
Um beijo no coração de ambas.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Meu ato é fazer-te sorrir

Image by Google


O que minha face palpita é dar-te
Sorriso, mesmo que o momento
Dentro de ti grita, clama de dor,
Das campinas te trago flores, do


Verão escaldante proporciona a
Brisa, inda com perfume dos jardins.
Vejo o intimo dos anseios, mesmo
Se fechada à fenda por onde eu


Curioso atreve-me a mirar para
Dentro de ti, sou eu assim, o astro
Da alegria, palhaço de pano multicor,
Num empenho a dar-te alegria.


Joel Costadelli.

“Solo sagrado”

Canção de amor a Jesus.

Pai alivia o peso dos meus ombros,
Tira o jugo da opressão que tanto
Aflige-me a alma, descalça meus pés
Para que eu não trilhe o caminho do mal,

Pois o solo que me preparaste
É sagrado e meu coração envereda ao
Bem, endireita senhor a minha mente
E purifica meu coração, os meus olhos

São para contemplar o seu amor e meus
Pés para levar-me a ti que é puro e reto,
Não permita que o dia mal venha, antes
Livra-me da tentação, guarda a mim e
Meus Irmãos com a sua benigna paz.

quarta-feira, 30 de março de 2011

“Jose Alencar, Uma Homenagem ao Vice Presidente da Republica Brasileira”.

Morte, eu não tenho medo da morte, ela deve ser boa, Deus não faz coisas que não são boas para nos, a vida nos é concedida para que a viva intensamente, dela devemos tirar lições de aprendizados que sejam bons pra nos e nossos semelhantes, na vida deparamos com dificuldades, com pedras, curvas perigosas, abismos e por muitas vezes choramos por tamanha amargura, e muitas vezes choramos por birra. Tudo isso é coisa de quem esta vivo.
A morte não me assusta, nela devo acreditar que tem o meu descanso, uma missão chega ao fim, outra missão inicia, a gente deve acreditar que a vitórias em nossas pelejas, sei que muitas vezes sentimos medo e ate pensamos em recuar, mas isso é parte de nos.
Há! Medo, eu não tenho medo de ti morte, tenho medo da desonra, na vida política a honra é importante, um homem desonrado é um Homem morto em vida.
Muita gente rezou por mim, suplicou a Deus por minha vida, estes gestos me fazem ver que foi louvável meus atos, que fui amado por esta nação de Brasileiros, pessoas boas que viram na pessoa política que eu exercia uma esperança para um mundo melhor, espero que não morra esta esperança, pois tudo na vida é belo, tudo vale uma luta, pois sem luta não há vitória, pois bem sei eu que nada foi fácil, nada vem sem desejo intimo, a minha luta chega ao fim, os meus exemplos, Há! Estes certo ficarão na memória do povo Brasileiro, este é meu legado, faça o bem, acredite na força da vida que por certo serás um vencedor.
Os nossos corações estão em pranto, as nossas esperanças por certo não morrera, em quanto houver a vida e a oportunidade de lutar, lutaremos!

terça-feira, 22 de março de 2011

“Vida”

Image by Google


Num gesto largo saúda a vida!
Folga o instante em celebrar este
Momento, a ela venera os vivos,
Abraçam-se os amantes, há vida!

Quem dera desvendar seu mistério,
Entender sua existência, engana-se
Quem diz a vida é curta, ela e longa,
Deixa lições intrínsecas ao homem.

Segue de um tempo a outro tempo,
Esta no mundo desde a sua fundação,
Ate mesmo antes, pois a vida gera vida.
Tal compreensão, vai alem do meu

Entendimento, vida longa a todos os
Seres vivos.

Joel Costadelli.

sexta-feira, 11 de março de 2011

“Curiosidade! Quem não tem?”

A curiosidade foi tema de grandes avanços na humanidade, graças à curiosidade foram descobertos remédios, houve grandes avanços na medicina, nas montadoras de bens servíveis, o planeta terra esta sendo beneficiado por ter pessoas que se entregam as pesquisas e zelam pelo meio ambientes, a curiosidade do Homem despertou a necessidade de cuidar do mundo em que vive a curiosidade faz com que cada vez mais se avançam nas descobertas do desconhecido, e por sua vez se desvendem os mistérios de uma nação.
Porem tem também a curiosidade mesquinha, é, acho que é assim mesmo o tipo de curiosidade com a qual nos deparamos de vez enquanto.
A quem confunde curiosidade com falta de educação, sabe aquelas perguntas impertinentes? Do tipo; você foi à reunião com a chefia? A pessoa por algum motivo não foi convidada, mas esta se roendo para saber quais foram os temas abordados.
Se a pessoa interrogada não for do tipo que guarda segredos, pronto; la vai à estratégia sendo revelada, tudo o que era para acontecer a seu tempo estrategicamente, vai de água abaixo.
A curiosidade é um sentimento cruel, ela massacra as pessoas, a curiosidade de forma sadia é boa, acredito que as pessoas precisam ter curiosidade, assim elas descobrem coisas novas, inventam, criam algo que servira para todo mundo.
A curiosidade ruim é aquela que a pessoa usa para aproveito próprio, pura maldade mesmo, sem importar com a falta de educação.
Sem contar que as pessoas curiosas e impertinentes se entregam as doenças do tipo; onicofagia (ato de roer as unhas), ai vem às conseqüências; contraem bactérias, dor de estomago, ansiedade, impaciência.
Tornam-se muitas vezes inconvenientes, sabe aquela expressão? A curiosidade matou um burro, pois bem, e mesmo por ai.
Se você for curioso ou curiosa, verifica se a sua curiosidade é do tipo boa ou ruim, vai ser fácil identificar, se for ruim te faz mal, incomoda, causam as conseqüências acima descrita, se for boa, sem duvida te fará bem e te ira projetar a pesquisas benéficas para a humanidade.
Assim só me resta te desejar uma boa e construtiva curiosidade.

Joel Costadelli.

“Primeiro Amor”

Como a saudade trás de longe
Um desejo, por entender o meu
Apego, em meu peito ainda guarda.
Perfume que em mim deixou, marcou

O seu doce aroma, comprima em
Meus lábios a maciez dos teus beijos,
Imprima em meus olhos o brilho que
Á tempos se ofuscam por saudades tua.

Em seu doce e meigo toque, deleito-me,
Por entender que tateia entre nevoas a
Buscar por minhas mãos que por ti
Vagueiam desesperadamente, Há! Saudades,

O que faz com meus breves dias, se ate
O seu perfume selou as células da minha
Pele branca, o que fez com este pobre eu,
O meu primeiro amor.

Joel Costadelli.

quarta-feira, 2 de março de 2011

“A Face do Nosso Amor”

Pobre face fria, noutro tempo
Escondia-me, era eu tímido, e
Frio por dentro! O amor que
Me deste, certo que aquece-me.

Hoje, fui moldado de forma a
Dar-te o amor que sempre lhe
Pertenceu, o tempo agora parou,
E fundiu-nos feito roxa esculpida
No jardim de roseiral.

E hoje, a face desse amor vou te
Mostrar, e no peito para sempre
Quero guardar! Esse amor que
Aquece-me e mexe comigo, chega
Mais perto, vem ouvir este segredo.
Quero viver de amor junto com

Você, e em meus devaneios, minha
Alma encheu-se de emoção quando
A luz do teu olhar cruzou o meu olhar,
E nesse pouso de delírio, não tenho
Medo de errar, vou abraçar-te e a ti
Entregar-me.

Aninhalaqua & Joel Costadelli.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

PINGOS DE CHUVA.

Ainda não tinha amanhecido totalmente e o sol preguiçosamente começava a despontar no horizonte. Uma suave brisa tocava meu rosto e descalço e sem camisa comecei a caminhar pelo gramado.
Meus pensamentos pareciam estar em mil lugares diferentes ao mesmo tempo, pareciam estar completamente sem rumo. Sentia-me vazio, me sentia só e o silêncio do local e da hora me trazia algumas ondas de tristeza.
Não gosto de me sentir assim. Embora não fique incomodado de em muitos momentos do dia estar absolutamente só, sem a presença e companhia de alguém conhecido, não gosto de me sentir sozinho.
É como se caminhasse sem rumo, sem saber se haveria uma curva ou descida mais à frente e meus olhos nesses momentos parecem ficar nublados.
Não era minha imaginação e realmente o sol, ainda tímido, resolveu tomar outro caminho e preferiu dar passagem a grossas nuvens cinzentas que prenunciavam uma chuva para dentro em breve. Não sei dizer exatamente o que estava me motivando, mas me virei para a lugar onde as nuvens se concentravam e como estivesse lançando um desafio respirei fundo, abri o peito e fiquei na expectativa de que as nuvens se aproximassem para me respingar com suas gotas geladas .
Eu olhava desafiadoramente na direção das nuvens e naqueles momentos de, quem sabe, um pequeno delírio eu não via mais nada, não pensava em mais nada e só aguardava que os primeiros pingos de chuva caíssem. Era como se a chuva pudesse tirar do meu corpo aquela onda deprimida que agora tornava meus olhos opacos. Sentia claramente que o brilho natural deles tinha se afastado.
Murmurei que precisava daquela chuva no meu rosto, precisava tirar dos meus ombros o peso das preocupações. Imaginava naqueles breves instantes que com a chuva molhando meu corpo, pelos meus pés poderiam escorrer quaisquer amarguras que estivesse sentindo.
As nuvens vinham na minha direção e eu continuava lançando meu olhar mais desafiador, apesar de estarem sem brilho. Não tinha medo, não sentia frio e apenas aquela brisa suave acariciava meu rosto e embaralhava ainda mais os meus cabelos.
O silencio era absoluto e sem pensar que seria exagero, certamente estava ouvindo as batidas do meu coração. Não posso negar que o espetáculo era magnífico. Nuvens escuras que tomavam conta do céu sem pedir licença a ninguém e sem se preocuparem se incomodavam ou não, se seriam bem recebidas ou não, apagaram da tela que se vislumbrava a minha frente qualquer resquício do brilho do sol.
É impressionante como a sensação de solidão combina perfeitamente com ambientes com pouca luz. E naquele momento eu me sentia só, muito só. Precisava ter alguém ao meu lado e eu ria de mim mesmo, pois me lembrava de que pessoas que me conheciam me consideravam forte, muitas vezes imbatível frio e imperturbável.
Então senti na pele os primeiros pingos de chuva. Vieram delicados, como temessem ferir ou me despertar daquele torpor. Curiosamente não aumentaram de intensidade embora pudesse perceber claramente que não muito longe a chuva era mais forte e barulhenta.
Uma pequena poça formou-se ao meu redor e à frente, aqueles suaves pingos desenhavam circunferências em ondas que me lembravam minhas brincadeiras de criança quando atirava pedras num lago só para ver os círculos que se formavam. .
Uma folha solitária, já seca, mas num marrom firme caiu aos meus pés. E se não era também minha imaginação parecia estar serenamente absorvendo aqueles pingos mágicos, consoladores. Bobagem minha, pois a folha já estava morta.
Súbito, percebi que as nuvens mais pesadas se afastavam e então o sol resolveu dar as caras e se aproximou com toda força como quisesse deixar um recado de que agora era sua hora de dar um espetáculo gratuito no teatro maravilhoso da natureza.
Os pingos foram diminuindo e como quisesse me despedir estendi a mão bem aberta esperando que ainda pudesse recolher a ultima gota daquela chuva passageira. E aconteceu.
Deixei a mão em concha e logo consegui juntar um pouquinho que levei a boca. O gosto era bom já que era uma combinação do brilho do sol com o escorrer dos pingos daquela chuva amiga. Comecei a me sentir muito melhor. Fiquei mais animado, me senti mais reconfortado, fortalecido e agradeci ao Pai por mais um dia.
Dei meia volta e caminhei em direção a casa, aspirando bem fundo o gostoso cheiro da grama molhada.
Eu me sentia feliz, muito feliz…..

WRAMOSS

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

“O Beijo”

Cuspa nos lábios que te tocam
Sem desejo, desfaleça-te nas
Tramas astuciosas dos lábios que
Tocam-te ardentemente, o beijo

Roubado não merece castigo,
Consinta a reincidência, pois se
Faz arder em chamas, desfaleça-te
E se entregue a padecer no fogo.

Joel Costadelli.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

DONA...

....dos caminhos e meu pensamento
com você estou em qualquer momento,
minha vida, só é vida, se tenho você....

….do meu sorriso, da minha paz, do meu amor,
no meu jardim, não existe nenhuma flor,
que não seja, o ano inteiro, só você....

. ..do meu destino, do meu futuro e do que quero,
ouvir sua voz, pelo seu beijo, eu sempre espero ,
a minha vida, é bem mais vida, só com você....

….do que eu sinto , do sentimento, minha paixão,
minha musa, é só seu meu coração,
que tem amor, que tem mais vida, só com você....

WRAMOSS

NÃO ME PROPONHA....

….me conduza,
me mostre, me seduza,
me leve ao melhor caminho....
….me afague,
deixe que eu apague,
as marcas de um grande espinho....
….me entenda,
aceite, mesmo que eu pretenda,
lutar com o que apresenta o destino....
….me ame,
apenas deixe que eu te chame,
prá me alimentar do seu carinho....
….só um querer,
é pouco, que dor vai ter ?
O que não é dor, prá quem vive sozinho....
….....não me proponha.....
….....deixe acontecer......


WRAMOSS

CERTAS COISAS...

Ola Pessoal, mais um presente de um amigo, desta ves é do poeta WRAMOSS, ele me permitiu publicar aqui tres de suas lindas poesias.



Tem certas coisas que não posso fazer,
….uma delas é querer te esquecer...
Tem certas coisas que não consigo entender,
.....quando foi que comecei a te perder...
Tem certas coisas que queria esquecer,
…..a saudade de não mais te ter....
Tem certas coisas que me fazem sofrer....
…..que é poder sonhar e não te ver....
Tem certas coisas que guardo lembrança...
…..mas eu sei que não tenho esperança...
Tem certas coisas que me fazem chorar...
…..uma delas é não poder te tocar....
Tem certas coisas que o passado levou....
…...e a poeira do tempo apagou.....
Tem certas coisas que vou sempre guardar....
…...uma delas é que vou sempre te amar.....

WRAMOSS

Ola Pessoal

Ola pessoal, eu estou entre os 100 mais lidos no Recanto das Letras com a poesia “Eu te amo” e tem também “O Beijo” vão la conferir, boa leitura, um Abraço.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

“Folha seca”

Um tempo vencido, seu vigor
E passado, agora seca, Morta!
Caída ao chão, pisada por pés
Que apressados passam e sobre
Ela pisa!

Folha seca, desprendida do galho,
Vagando de um lado para outro,
Certa do acalento e frescor da chuva,
No chão duro repousa, seu tempo
Passou!

Folha seca, para tantos fez sombra
Tantos ninhos ocultaste, de sua
Mãe arvore deixaste, nem se quer
Tiveram de ti piedade, só em ti pisaste.
De ti não desviaram.

Folha seca, a ti se comparam os
Aflitos, os desesperançados, quase
Mortos! Porem, não é pisado,
E sempre voltam ao vigor da vida.
Perdoa-me folha!

Seria eu tão seco, Se a ti não
Observasse.

Joel Costadelli

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

ALÉM DA NÉVOA, DEIXEI VOCÊ"

Era você vida minha? Era você o amor
que eu deixei perdido nas brumas do tempo? ... Sim era você sim. Não tenho mais dúvidas, pois teu rosto se delineia nas minhas lembranças com tamanha perfeição que não me deixa dúvidas... Era você sim. Éramos tão felizes, tão completos, lembras? Brincávamos, rolávamos na praia, banhávamos nas águas límpidas do mar, do regato, das cachoeiras e dançávamos na chuva. Quando o sol aparecia eu o saldava, pois, assim tu me ensinaste. Era você sim, meu grande amor, pois nos teus olhos ainda vejo o brilho das estrelas...
.
As estrelas que contávamos a noite, lembra? E assim de mãos dadas continuávamos nossa caminhada. No principio tudo era flores, ouvíamos felizes os cantos dos pássaros, o som das águas, do vento e você tocava sua lira. Eu me sentia tão feliz que dançava para você! Era uma dança leve e sensual, era a dança do amor... Você me tomava nos braços e amávamos intensamente lembras?

Continuávamos seguindo, ate que a estrada se tornava pedregosa e difícil, então você me carregava nos braços, pois você era forte, muito forte, mas um dia você chorou, lembra? Sentimos que não seria mais só nos dois..Uma vida se formava dentro de mim.e você mesmo sendo forte chorou...Era a emoção que embargava sua voz...

Agora éramos três e tudo era lindo. Um dia senti que o cansaço havia chegado e pela primeira vez eu te perguntei; Amor esta estrada e longa? E você apenas sorria e nada me respondia. Mas eu sentia que a minha estrada findava sim. E veio o inverno com ele o frio, e foi aí que te deixei num passado muito distante.
Teu rosto agora eu vejo novamente. Te reconheci nas tuas melodias, nas tuas poesias! A lembrança que me vem não me deixa dúvida, pois teu rosto é o mesmo que deixei um dia, muito alem da névoa do tempo...

(apenas um conto)
Conheçam a poetisa
Helena de Paula
no Recanto das Letras

“Amor de Pai”

Quantos sonhos, quantos planos,
Quantas lagrimam chorou por mim!
Quantas vidas viveu, quantas fantasias
Vestiu pra alimentar minha imaginação

De criança, você foi Super-homem,
Homem Aranha, bandido e, mocinho.
Em seus braços me ensinou os valores da vida,
Mostrou-me os caminhos do mundo,

Certificou-se que eu seria capaz de voltar
Pra casa! Pai, hoje já sou Homem feito,
E já sou pai, e já fui ate palhaço, pra fazer
Meu filho sorrir.

E como você me ensinou, eu não deixei
Ele me ver chorar, mesmo quando fosse
De felicidade, de tristeza então, nem pensar!
Hoje te vejo de cabelos brancos, ao lado

Da mamãe, e discretamente sorrio a imaginar,
Que eu um dia também vou ficar assim,
Eu ti amo meu pai.

Joel Costadelli

“Eu”

Quando eu conseguir decifrar quem
Sou, pode ser que já tenha esgotado
Todo meu tempo. A vida é tão breve,
E tanto pergunto sobre mim! Nas
Linhas em branco das paginas dessa
Minha vida, já houve tantas frases
Formadas, e tantas vezes apagadas.
Tantas vezes fui singular, e outras
Esfacelei-me em milhares de células.
Meu coração já se despedaçou, e já
Juntou-se tanto que às vezes penso
Ser indestrutível, só percebo que
Esta la, quando não suporto a
Solidão que invade o intimo
Do próprio eu.

Joel Costadelli

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

“Minhas Lagrimas”

Por quem escorrem minhas lagrimas?
Escorrem por ti, não tarda em olhar a
Minha dor, suplico que suporte o meu
Lamento, hó truculento ardor a que

Perdura este meu sofrimento! Meu
Coração esta deserto, meus olhos estão
Secos, deixa – me chorar, não me oculte
Com teu véu negro, que só aumenta

O meu Penar, hó minha doce amada, este
Instante só aumenta a cruel saudade dos
Tempos em que colhíamos as sensíveis
Flores dos roseirais longínquos. É por ti

Que escorrem minhas lagrimas, te suplico,
Não folga no conforto desta historia, mesmo
Que tenha a chave deste meu coração,
Pois não sabes se amanha, ainda choro por ti.

Joel Costadelli

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

“Meu Irmão, minha dor”

Há uma estrela la no céu, vê?
Esta tão só, lembrou-me aquele
Dia em que vi você no leito de dor,
Havia um olhar distante, um silencio

Em nossa volta, não sabia eu que
Seria a ultima vez em que pudesse
Falar-te sobre o amor de Deus, e
A areia do mar, ou das estradas em

Que caminhamos juntos na nossa
Infância, das vezes em que sorria feito
Bobo, por uma piada qualquer, ou
Quando vestia minhas roupas sem

Pedir há meu irmão, como se fosse
Possível esta estrela solitária entender-me,
Como se fosse possível eu esquecer de
Ti por um segundo só se quer, derrama

As lágrimas dos olhos de nossos
Pais todas as vezes que lembramos
De ti, bate descontrolado o coração
Da mamãe e a faz chorar copiosamente

Ao sentir a ausência tua, olhei novamente
Para o céu e a estrela já não esta la,
Olhei ao meu lado e tu também já não
Estava la, creio que a estrela solitária
Levou-te para habitar em seu lar.

Joel Costadelli

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

“Inocência”

Em silencio, parece sufocar as palavras
Que inda tendo razão, prevalecem seus
Lábios calados! Soa vazio e sem dolo
Os teus atos, de corpo despido, não vê

Pecado... Apenas suprindo uma parte de
Ti por necessidade.

Joel Costadelli